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 O que É um Cristão?


por John Piper
O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: “É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida”.
 
Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.
Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.
Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.
O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.
Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.
Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.
Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.
Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.
Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL

 

 

 

 

ABRIL – MÊS DA EBD

DEZ RAZÕES PORQUE DEVO IR À ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Por Renato Vargens

1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)

2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.

3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)

4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.

5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.
6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio para evangelização de amigos e familiares.
7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.
8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.
9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.
10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.



A Cracolândia vai virar Cristolândia 


Raspa do chifre do diabo
O Crack é um subproduto da Cocaína que até a última década era descartado devido a sua toxidade extremada até para os padrões dos traficantes. Atualmente, a droga é largamente vendida e é fumada em cachimbos improvisados. O Crack é uma droga poderosa que consome o físico e a mente e mata a maioria dos usuários em pouco tempo. O seu baixo preço a faz a droga dos mais pobres e marginalizados.



 Alguns especialistas dizem que devido ao baixíssimo nível sócio-econômico do consumidor de crack e, consequentemente, a sua pouca expressão social, falta vontade política às autoridades para tomarem providências efetivas. Até mesmo o combate ao comércio da droga, não parece gerar interesse no poder público, como ocorre quando se trata de combater crimes de maior visibilidade.

As iniciativas do poder público no sentido de abordar a questão não passam da retórica. Quem tem feito a diferença são os cristãos evangélicos atuando no local. Já há vários grupos trabalhando na área e estão obtendo bons resultados em prol da vida e do Reino.


Um dos projetos no local desde o início de 2009 é o Radicais Brasil da Junta de Missões Nacionais, dos Batistas. Liderados pelo casal de missionários Humberto e Soraya Machado, o grupo circulou entre becos e favelas da capital, mostrando aos marginalizados que há esperança, apesar das circunstâncias.

Caminhar lado a lado com a população de rua, demonstrando interesse por suas vidas foi essencial para que o projeto se desenvolvesse. Logo nas primeiras ações, os Radicais presentearam com um par de muletas uma moradora de rua – grávida de sete meses e com uma fratura na perna, já que a sua havia sido roubada. “Ela chorava muito, e nós, que estávamos ali naquele momento, tínhamos que dar uma solução. Oramos, conversei com ela e pedi que me aguardasse. Voltaríamos com a resposta. Era desafiador… a garota não tinha como sair daquele lugar”, explicou Soraya. Mais tarde, a solução: um novo par de muletas. Daí por diante a confiança estava estabelecida. Ouviam-se dos marginalizados comentários do tipo: “Eles são sérios e fazem um excelente trabalho… eles são de Deus!”.

Os frutos que surgem precisam de um acompanhamento diário, sendo, em sua maioria, encaminhados para casas de recuperação, onde também recebem o discipulado. No trabalho com marginalizados, não basta retirar as pessoas das ruas. É necessário alcançar o foco do problema. Por isso, foi preciso alargar a tenda, alcançando também a Comunidade do Moinho, local de onde vem grande parte das drogas consumidas na Cracolândia. Paralelamente ao trabalho espiritual, os Radicais realizam atendimentos sociais, tais como cortes de cabelo, orientações médicas e atendimento diferenciado às crianças. Como resultado desse período de atuação, algumas famílias já se decidiram por Cristo.

O testemunho de G

Um dos frutos gerados na Cracolândia é a jovem G. Em julho de 2009, soube da atuação dos Radicais e decidiu procurá-los a fim de encontrar libertação. Apesar de tímida, contou que havia deixado a Bahia após algumas desavenças familiares. Chegando a São Paulo, se virou como pôde para se alimentar e conseguir abrigo. No crack viu a forma mais barata para fugir dos problemas, mas o que não sabia era que essa viagem custaria nada menos que anos de vida. Contou que tinha uma filha, que era cuidada por uma amiga. Quando dava, fazia uma breve visita para controlar a saudade, mas a tentação das drogas falava mais alto, fazendo-a retornar às ruas. Felizmente, após ser encaminhada para uma casa de recuperação, G. encontrou um novo caminho e, no dia 27 de Dezembro de 2009, confirmou sua decisão por Cristo, descendo às águas batismais na Primeira Igreja Batista de São Paulo (igreja que dá o apoio logístico e institucional ao projeto). A emoção foi grande e a certeza de se estar no caminho certo ainda maior.

Provérbios 23:32-25 No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá. Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades. E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro. E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei?…

MISSÕES NACIONAIS - RADICAL BRASIL
Em 2010, o projeto mantém suas atividades na Cracolândia paulista, mas com uma nova equipe que dará prosseguimento ao trabalho iniciado em julho de 2009. Além desse objetivo, o Radical 2010 vem com um novo desafio: atuar entre os marginalizados da cidade do Rio de Janeiro.
                                           
                               Matéria publicada no site Genizah Virtual
  
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Tirando
DÚVIDAS sobre o islamismo

Islamismo e Islã são a mesma coisa?
Qual o significado do nome Alcorão? A mesquita tem um presidente ou líder? Muçulmanos se casam em seus templos ou isso é proibido? Por que não é possível deixar o islamismo e aceitar outra religião? Estas e outras perguntas sobre a religião islâmica são respondidas a seguir, numa tentativa de tornar um pouco mais conhecido o grupo religioso que mais cresce no mundo.  
Existem diferenças entre islamismo, Islã e muçulmano? O islamismo é a religião fundada por Maomé no início do século VII, na Arábia Saudita. Já o termo Islã é atribuído ao conjunto dos povos de civilização islâmica, que professam o islamismo; em resumo, é o mundo dos seguidores dessa religião. E muçulmano é o seguidor da fé islâmica, também chamado por alguns de islamita.  
Por que os muçulmanos não adoram Maomé? Muito cuidado ao dizer que o muçulmano é seguidor de seu profeta maior. Durante muito tempo o termo “maometano” foi usado para se referir ao muçulmano, mas isto é considerado por eles como uma blasfêmia. Afinal, a religião é devoção a Deus e não ao profeta Maomé. 
O que é a “islamofobia”? Islamofobia é o sentimento de ódio ou de repúdio em relação aos muçulmanos e ao islamismo, alimentado especialmente após os ataques terroristas ao EUA em 11 de setembro de 2001, atribuídos à rede terrorista Al-Qaeda. 
O que significa Alcorão? Alcorão ou Corão é o livro sagrado do islamismo. Os muçulmanos creem que é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé ao longo de um período de 23 anos. A palavra deriva do verbo árabe que significa “declamar” ou “recitar”. É um dos livros mais lidos e publicados no mundo. Entre os muçulmanos, apre-goa-se que o Alcorão não seja vendido, mas dado.  
Quais os pilares da fé islâmica? São cinco: 
• Confissão: “Não há outro Deus senão Alá, e Maomé é seu profeta”;
• Orar cinco vezes ao dia, voltado com o rosto na direção de Meca;
• Dar esmolas (Zakat);
• Jejuar durante o Ramadã, o nono mês do ano lunar, do nascer ao por do sol;
• Peregrinar a Meca pelo menos uma vez na vida.
Por que os muçulmanos chamam “Alá” e não “Deus”? Na verdade o termo é o mesmo.
Alá (ou Allah) é a expressão árabe para Deus. Embora o termo seja mais conhecido
no Ocidente devido ao seu uso pelos muçulmanos, é utilizada pelos falantes do árabe de todas as correntes de fé abraâmicas, incluindo judeus e cristãos, para se referir à mesma divindade
monoteística. O termo também era utilizado pelos habitantes pagãos politeístas de Meca antes da unificação em torno do islamismo e servia como referência a um deus criador, possivelmente a divindade suprema na Arábia pré-islâmica. A palavra tem a mesma raiz de “El”, um dos termos que designam o Deus único na Bíblia e que forma o sufixo de
numerosos nomes próprios de origem hebraica ou aramaica. 
É verdade que no Alcorão o nome de Alá tem 100 adjetivos? Alá é identificado por 100 adjetivos, mas apenas 99 deles são revelados. Alguns adjetivos, como pacificador,
misericordioso e clemente, aparecem bastante. Entretanto, os adjetivos amor e graça não figuram e são impronunciáveis. O Alcorão tem estrutura parecida com a da Bíblia?
Apenas no que diz respeito à organização em capítulos e versículos. O Alcorão está organizado em 114 capítulos, denominados Suras. Cada uma é dividida em livros, seções, partes e versículos. Considera-se que 92 capítulos foram revelados ao profeta Maomé em Meca e 22 em Medina. Os capítulos estão dispostos de acordo com o seu tamanho e não de acordo com a ordem cronológica da revelação. A Sura maior é a segunda, com 286 versículos; as suras menores possuem apenas três versículos. Os capítulos são tradicionalmente identificados pelos nomes do que pelos números. Estes receberam nomes de palavras distintivas ou de palavras que surgem no início do texto, como por exemplo: “A Vaca”, “A Abelha”, “O Figo” ou “A Aurora”. Contudo, não se deve pensar que o conteúdo da Sura esteja, de alguma forma, relacionado com o título do capítulo. A Sura “A Vaca”, por exemplo, conta a história de judeus que foram transformados em macacos – por isso os muçulmanos  frequentemente chamam os israelenses de “macacos”.
Como o Alcorão foi fechado? Em seus retiros, à medida que o profeta recebia as revelações ele solicitava a jovens letrados, que integravam a sua comitiva, que transcrevessem os textos. Após a morte de Maomé, em 632 d.C, dois califas da Arábia, Abu Bakr e Omar, reuniram outros estudiosos para acrescentarem e transcreverem o livro de Maomé. Além disso, o livro sagrado dos muçulmanos recebeu forte influência cristã e judaica na formação de seus textos, em função do contato que Maomé teve, durante sua vida, com pessoas próximas
que professavam essas religiões.
Existe alguma hierarquia entre os líderes islâmicos?
No mundo islâmico existem vários termos para se identificar as lideranças políticas e religiosas: Aiatolá, termo que, em árabe, significa “manifestação de Deus”, surgiu no Irã, no século 19. Ele é o “representante” de Alá na Terra e está apenas abaixo de Maomé. Atualmente existem dois: um no Iraque (da etnia sunita) e outro no Irã (da etnia xiita). Eles são os únicos autorizados e interpretar o Alcorão. Califa, que no árabe quer dizer “sucessor”,
designa o líder político e religioso de um Estado árabe. Emir é um título dado a lideranças
militares, governadores ou autoridades. Surgiu da palavra árabe amir, que significa
comandante ou príncipe. Imã é um título que varia de acordo com as regiões e seitas islâmicas. Geralmente, o imã é a pessoa que coordena a oração na mesquita. Os sunitas chamam de imã um califa ou um teólogo islâmico. Já os sunitas dão o título a um homem sábio que tem a tarefa de orientar os muçulmanos nas questões religiosas. Mulá e Ulemá são
as pessoas que estudaram o islamismo e viraram autoridade no assunto: professores,
teólogos e advogados. O termo mulá provém do árabe e significa “senhor ou chefe”, e é
usado no Irã pelos xiitas. Ulemá, “os que possuem conhecimento”, são da linha sunita.
Sultão é um título dado a qualquer um que tenha autoridade política. Paxá é uma expressão
que surgiu no século 13 para nomear os parentes do sultão. Vizir, que quer dizer “aquele que ajuda a carregar o peso”, é aquele que fica entre o califa e o povo e hoje é usado em alguns países islâmicos para definir oficiais e governadores. tem origem persa e quer dizer “rei”. O título foi usado até 1979, quando a Revolução Islâmica no Irã instituiu o governo do aiatolá. Xeique é a denominação usada para qualquer pessoa que tenha autoridade religiosa. Geralmente o título é dado aos líderes das mesquitas.



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A Verdade Absoluta

 

A verdade mais evidente nas páginas da bíblia é a urgência que 
Deus tem em tornar Sua Verdade a todos os homens.


“A Verdade”

Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Em outra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando ele falou com seu Pai (João 17:17), ele disse: “tua palavra é a verdade”. Quando Jesus falou sobre a verdade, ele não estava falando sobre uma vaga abstração resultante de um intenso pensamento humano, meditação, lógica ou de um debate. Ele não definiu a verdade em termos subjetivos como uma coisa qualquer que as pessoas escolheriam acreditar. Jesus definiu a verdade como um fato revelado e eterno! A palavra de Deus é verdadeira independentemente do fato de eu concordar com isso, de eu aceitar e obedecer, ou rejeitar e contestar.
Deus revelou a verdade como certa e absoluta. Deus não nos deu meramente idéias subjetivas para serem moldadas de modo a se ajustarem às nossas situações. Ele não aprova distorções ou modificações das Escrituras para que se ajustem aos nossos caprichos. Deus certamente não nos deixou num mar de dúvidas onde nada podemos saber com certeza.
Devemos escolher como responder a esta revelação de Deus. Nós podemos obedecê-la ou rejeitá-la. Temos a liberdade de aceitar tudo o que Deus disse, ou somente as partes que nos interessam. Mas quando decidirmos como responder a ela, devemos lembrar de que nada o que fizermos irá mudar a veracidade de suas palavras. Aproximadamente três mil anos atrás o escritor de Salmos disse: “Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu” (Salmo 119:89).

“Conhecereis . . .”

Jesus não mostra a “verdade” como um objetivo ilusório e inatingível. Ele diz: “Conhecereis a verdade”. Jesus plenamente ensinou que podemos e devemos conhecer a verdade. Podemos conhecer a verdade hoje do mesmo jeito que o povo de Beréia o fez no primeiro século: Eles procuraram por ela nas Escrituras (veja Atos 17:11). Podemos distinguir o certo do errado. Paulo instruiu os Tessalonicenses: “Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal” (1 Tessalonicenses 5:21-22). Ainda hoje é verdade que a “lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos” (Salmo 119:105).
As pessoas que escreveram o Novo Testamento confidentemente declaram que é possível saber a verdade. Em Hebreus 10:26, o escritor fala das pessoas que tinham “recebido o pleno conhecimento da verdade”. João falou com pessoas que receberam este conhecimento da verdade (1 João 2:21). Paulo condenou aqueles que estão “sempre aprendendo mas que jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (2 Timóteo 3:7). Por que receberam tão severa crítica? Porque eles fracassaram em aprender a verdade, resistindo assim a palavra de Deus. Eles não compreenderam a verdade porque assim não a quiseram (veja 2 Timóteo 3:8). Nós podemos saber a verdade.

“. . . Vos Libertará”

Isto pode nos fazer pensar, talvéz até um ponto de medo, sobre a responsabilidade dada por Deus de conhecermos a verdade. Para prevenir que sejamos esmagados por esta provocante passagem, não devemos perder esta grande promessa anexada neste trecho. Jesus acrescentou: “A verdade vos libertará”.
A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais — eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus!
Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 “. . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”. Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados.
Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: “Porque o coração deste povo está  endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados” (Mateus 13:15).
Muitas pessoas consideram a verdade incerta, mas Deus claramente revelou a verdade para que nós possamos conhecê-la. Muitas pessoas acreditam que os sentimentos subjetivos, aqueles que julgamos serem corretos, são os mesmos que os salvarão, mas Deus uniu a salvação com a sua objetiva verdade. Quando nós aprendemos e obedecemos a verdade revelada na palavra de Deus, podemos estar certos da nossa salvação. João nos falou do nosso relacionamento com Deus quando ele disse: “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está  a verdade” (1 João 2:3-4).
Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação.
Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão religiosa, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”


 


Anne Morrow Graham Lotz

Conta-se que a filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no "Early Show" quando a apresentadora Jane Clayson lhe perguntou : Como DEUS permitira algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001?

E, Anne Graham deu uma resposta profunda e esclarecedora.

Ela disse: "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madalyn Murray O'Hair, uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima . E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la. Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem".

Depois alguns dos nossos políticos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino . E nós também concordamos Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos." E nós dissemos: "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!"

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós estamos colhemos exatamente aquilo que temos semeado! "